
Parlamentares do Progressistas foram eleitos como presidentes de comissões da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27), quando foi definida a maioria dos líderes das 25 comissões da Casa de Leis.
Deputado federal progressista de Minas Gerais, Pinheirinho foi eleito como presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, tendo como 1º vice-presidente o também progressista Dr. Pedro Westphalen, deputado federal do Rio Grande do Sul.
Dr. Luizinho, do Progressistas do Rio de Janeiro, despediu-se da comissão após excelente trabalho, principalmente no enfrentamento à covid-19. “Vamos dar continuidade ao trabalho exemplar do nosso amigo Dr. Luizinho, sempre com diálogo nas pautas e foco neste momento de possível pós pandemia”, disse Pinheirinho.
Westphalen, que atua ao lado do Dr. Luizinho também na Frente Parlamentar Mista da Medicina (FPMed), destacou a relevância da Comissão de Seguridade Social e Família para a manutenção de proposituras que nunca deixem de lado a saúde dos brasileiros e o cuidado com a população mais vulnerável.
“Ficar como vice desta comissão em meu primeiro mandato é uma honra e um reconhecimento pelo que nós fizemos e leis que produzimos. O foco da comissão está na busca pela melhoria na qualidade de vida da população brasileira”, comentou o deputado progressista gaúcho.
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Covatti Filho, também deputado federal progressista pelo Rio Grande do Sul, foi eleito presidente da Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Após o pleito, ele afirmou considerar o agricultor brasileiro um grande protetor ambiental do País.
Na mesma Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Neri Geller, deputado federal progressista pelo Mato Grosso, foi eleito como 2º vice-presidente.
Na avaliação de Covatti Filho, o bom senso prevalecerá nas discussões na Câmara que possam promover a sustentabilidade, sem que isso atrapalhe aqueles que querem produzir alimentos.
Critérios
A distribuição das comissões é feita com base no resultado da última eleição para a Câmara (2018) e no princípio da proporcionalidade partidária. Na definição de quem fica com qual colegiado, o tamanho da bancada na Casa define a prioridade de escolha e o número de presidências que a legenda pode reivindicar.
Fonte: Da Assessoria
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